domingo, 22 de julho de 2012

41º Capitulo - Quando o amor não é uma loucura é porque não é amor



O barulho da porta a fechar-se atrás de nós foi a última coisa que ouvi. A minha mão continuava entrelaçada na dele enquanto me puxava em direcção ao carro sem deixar por mais de cinco segundos os meus lábios. Ele não parava de sorrir daquele jeito que acabava sempre por me fazer sorrir também. Cada beijo era diferente, cada momento era especial, cada toque era único.    

- Tu és louco – disse entre sorrisos. As minhas palavras tiveram o condão de o animar ainda mais, encostou-me ao carro deixando-me sem margem para fugir. Podia ver atrás dele o brilho do luar por detrás das inúmeras nuvens que invadiam o céu e que escondiam as estrelas. Uma aragem algo prenunciada passava pelas minhas pernas mostrando-me que existem coisas que nunca mudam como as noites frias em pleno Verão. Sentia arrepios constantes mas não eram de frio mas sim devido ao facto de ter o corpo do Harry colado ao meu e de ele não ter intenções de me largar tão cedo. Acariciava-me a face enquanto o olhar dele estava preso ao meu.

- Não me importo de ser louco tendo-te ao meu lado, poder beijar-te a qualquer momento. Desde que te foste embora deixei de viver, apenas existia mas agora estou de novo vivo, vivo novamente por ti e para ti. – arrepiei-me da cabeça aos pés à medida que ia falando. O olhar cintilante dele não o deixava mentir, tinha todo o meu corpo a tremer. Pôs as mãos na minha face e voltou a unir os nossos lábios. Foi ele que ditou o ritmo do beijo explorando cada recanto da minha boca – E sim, sou um louco eternamente apaixonado por ti!      

- Amo-te! – sussurrei-lhe juntos dos lábios dele. Finalmente abriu o carro e entramos para dentro. Por mais que insistisse ele não me dizia o local para onde nos dirigíamos. Era deveras irritante não saber para onde é que iria. Também tive que me chatear várias vezes com ele porque desviava a sua atenção da estrada para mim durante tempo a mais. O caminho foi passado a ouvir o Harry cantar algumas das músicas que passavam na radio aquelas horas da noite. A partir de certo ponto comecei a reconhecer o caminho e após algum esforço de memória finalmente conheci. – Eu não acredito que me vais levar a Holmes Chapel! – ele sorriu para mim denunciando um “sim”. Já andava a querer lá voltar a algum tempo mas não tinha coragem, talvez porque as coisas entre mim e o Harry não andavam bem. Mas agora tudo estava diferente. Quando chegamos ele fez questão de passar pela casa que outrora fora habitada por mim. Estava tudo praticamente na mesma, o mesmo jardim, as mesmas árvores, o mesmo portão. Continuava a existir aquele banco perto da minha casa onde costumávamos ficar sentados durante a tarde a namorar. Praticamente só tinha recordações boas daquele sitio e apenas uma menos boa, o dia em que me fui embora. – não imaginas o quanto me fizeste feliz aqui, o quanto o meu coração acelerava cada vez que te aproximavas… - acabei por dizer no final de todos aqueles flashbacks que apareceram na minha mente. Ele já tinha parado o carro agora em frente à casa dele. Estava igual. – nós não vamos entrar pois não? – perguntei petrificada com a possibilidade de encontrar a mãe dele. Eu devia ser a última rapariga que ela queria que estivesse com o filho dela.

- Não te preocupes que não está ninguém em casa! – saímos do carro. Ele esticou o braço na minha direcção e assim que cheguei junto dele colocou o braço em torno da minha cintura. Sentia um misto de emoções ao entrar naquela casa, a última vez que lá tinha estado, tinha sido a última vez que tinha visto o Harry. Tudo estava na mesma. Paramos na sala e ele pôs-se à minha frente – Bem se calhar está na altura de te dizer porque te trouxe aqui…

- É, eu também acho que sim.

- Trouxe-te aqui porque quero-te fazer um pedido oficial. – não estava a ver qual seria aquele pedido oficial – Foi aqui a última vez que te vi e achei que era o local ideal para este pedido. – continuava a não perceber nada – Bem…eu queria… - enquanto se aproximava de mim – Eu quero poder voltar a chamar-te de “minha”. Quero voltar a ouvir-te chamar-me de “teu”. – fez uma ligeira pausa para “limpar” a voz – Queres voltar a ser minha namorada? – um enorme sorriso apareceu no meu rosto e no dele também      

- Nunca deixei de te pertencer! – as mãos dele ladearam a minha cintura fazendo-me por momentos deixar de sentir os pés no chão. Tive que me agarrar nele com força no momento em que me rodopiou no ar. Quando senti de novo o chão debaixo dos meus saltos a única coisa que conseguia fazer era sorrir.

- O que quer fazer agora a minha adorável, linda e perfeita namorada? – ouvi-lo novamente a chamar-me de namorada dava-me uma alegria enorme

- Pode ser um filme?

- Tudo o que quiseres!

Escolhi um dos filmes que ele tinha numa estande e coloquei-o no DVD. O Harry já estava sentado no sofá à minha espera por isso quando me fui sentar fi-lo abrir as pernas para que me pudesse sentar no meio delas enquanto tirava os sapatos de salto alto. Encostei-me ao seu corpo e rapidamente fui aconchegada pelos seus braços a rodearam o meu corpo. Sorri. Tudo naquele momento era perfeito.

Arrepiei-me da cabeça aos pés a meio do filme no momento em que senti os lábios quentes e macios do Harry a depositarem um beijo no meu pescoço. Ele estava a sorrir contra a minha pele depois de se aperceber o que me tinha provocado. Tentei não ligar no intuito de o fazer parar mas isso não se sucedeu. Voltei a sentir os lábios dele novamente contra a minha pele do pescoço, mas agora num sítio diferente provocando-me a mesma reação, um arrepio. Fez questão de rir desta vez bem alto. Não queria dar parte fraca por isso continuei atenta ao filme. Voltou a beijar-me o pescoço aproximando-se a cada beijo da minha zona mais sensível. Ele conhecia-me demasiado bem. Pela última vez depositou um beijo suave na zona mais sensível. O meu corpo contraiu-se todo quase me fazendo levantar.

- Harry! – reclamei ao vê-lo rir de maneira bastante entusiástica.

- Só queria um beijo teu… - pediu com aquela voz irresistível fazendo beicinho. Acabei por me resignar às evidências, não conseguia resistir aqueles olhos. Embora não fosse sacrifício nenhum beija-lo. – Pelos vistos ainda conheço muito bem a minha namorada. – afirmou depois de ter recebido um beijo meu e com aquele sorriso matreiro.

- Agora que conseguiste o que querias posso ver o filme? – ele abanou negativamente com a cabeça – então o que queres? – fez aquele sorriso delicioso e num ápice uniu de novo os nossos lábios. Não foi apenas um simples beijo, era um beijo carregado de saudade e de desejo. Saudade de nós, dos nossos momentos a sós, desejo de nos amarmos. Uma das mãos dele começava um caminho ascendente pelas minhas pernas parando por momentos na costura do meu vestido.

- Tenho saudades…tenho saudades de nós…perdemos demasiado tempo! – sussurrou contra os meu lábios que praticamente foi abafado pela sua respiração pesada. Beijei-o dando-lhe a confirmação que queria. Que ambos queríamos. Desencostei-me do seu tronco para que ele pudesse pegar no comando da televisão e desliga-la. Queria levantar-me mas ele fazia pressão com o outro braço contra a minha barriga. A televisão desligou-se e ele levantou-me com ele. Levou-me ao colo pelas escadas acima sem nunca deixar de me olhar e pousou-me no fim destas. Empurrou-me delicadamente e lentamente para o seu antigo quarto sem nunca deixar os meus lábios. Abriu a porta atrás de mim e entramos. Levantou-me do chão e sentou-me em cima daquilo que parecia ser uma secretária. Entrelacei as minhas pernas na sua cintura puxando-o ainda mais para mim. Entre caricias e beijos, uns mais intensos que outros, as mãos dele vagueavam por cima do meu fino vestido. Parou assim que encontrou o fecho do meu vestido acabando por deixar os meus lábios também. – tenho medo… - confessou unindo as nossas testas. – tenho medo que voltes a desaparecer e que me deixes…tenho muito medo….

- Não… - ao mesmo tempo que abanava negativamente com a cabeça. As minhas mãos foram ao encontro da sua cara fazendo-o com que aqueles olhos verdes me olhassem – eu não te vou deixar, eu não te quero perder… - ao mesmo tempo que tentava controlar a minha respiração ofegante – Harry, eu amo-te! Eu sou tua…não me vais voltar a perder, prometo! – os olhos dele sorriram e ficaram ainda mais brilhantes. Os meus lábios voltaram a embater nos dele. Comecei a sentir as minhas costas a ficarem desprotegidas à medida que a mão dele baixava o pequeno fecho do meu vestido. Tirou-me de cima da secretária e assim que me pousou no chão, o vestido deslizou pelo meu corpo a baixo. Fez questão de me olhar de cima a baixo mordendo o lábio inferior. No meio de caricias e beijos comecei a ajuda-lo a despir a camisa e as calças. Tirou os ténis e as meias de uma forma atabalhoada mas muito engraçada. Repousei as minhas mãos no seu tronco nu esculpido na perfeição, nos seus abdominais perfeitamente delineados. Sorriu de maneira convencida. Voltou a pegar-me ao colo desviando os lençóis da cama e pousou-me nela. Acabou por se deitar cuidadosamente em cima de mim, sem me magoar. Enquanto me beijava as mãos dele viajavam pelo meu corpo provocando-me inúmeras sensações. Só ele conhecia o meu corpo daquela maneira, só ele me deixava daquele jeito, descontrolada. Desviou os seus lábios dos meus iniciando um trajecto de beijos longos pelo meu pescoço até ao umbigo. Voltou a unir os nossos lábios com alguma urgência.

- Amo-te tanto… - beijou-me rapidamente – mas tanto… - beijou-me novamente apaixonadamente

- Eu também te amo muito! – foi o suficiente para mudarmos de posição ficando por cima. Beijei-o no lóbulo da orelha fazendo-o arrepiar-se. Ri-me ligeiramente e percorri o seu corpo com suaves beijos. As mãos dele que viajavam pelas minhas costas parando no fecho do soutien. Olhei para ele e beijei-o dando-lhe o consentimento que precisava. Quando deixei de sentir o soutien no meu corpo, o Harry voltou a ficar por cima de mim. As mãos dele deslizavam desde os quadris terminando nas coxas. Conseguia sentir a sua excitação contra o meu corpo. Os dedos dele prenderam na última peça que tinha vestida. Num espaço de nada e entre inúmeros beijos as últimas peças desapareceram dos nossos corpos. Afastou-se ligeiramente de mim e retirou um preservativo que tinha na carteira. Colocou-o e posicionou o seu corpo correctamente sobre o meu unindo os dois corpos suavemente.  O prazer foi surgindo matando todas as saudades.              

(…)

Um barulho qualquer irritante fez-me despertar lentamente. Não queria abrir os olhos estava demasiado cheia de sono. Alguma coisa passou por cima de mim que heroicamente fez desligar aquele barulho. Quando achei que poderia voltar a dormir a voz do Harry não me deixou.

- Que queres?! – exclamou chateado – qual é a tua de me acordares tão cedo?...O quê?...Não acredito! A sério?...é claro que não. Almocem sem nós…sim…até já! – não queria mesmo nada abrir os olhos, estava mesmo sonolenta – amor, acorda! – enquanto percorria o meu braço esquerdo com os seus dedos. Mexi com a cabeça dizendo que não – Princesa tem que ser! – abri os olhos e deparei-me com minha cabeça em cima do peito do Harry. Esfreguei os olhos e levantei um pouco a cabeça encarando-o – Bom dia amor! – aquele rapaz tinha um enorme poder sobre mim. Se fosse qualquer outra pessoa já estava a levar com o meu mau humor. Nem me dei ao trabalho de falar e beijei-o de imediato. As minhas mãos foram de encontro ao seu cabelo e os meus dedos facilmente começaram a brincar com os seus caracóis desalinhados. Separei-me dele lentamente roçando ao de leve os nossos narizes e ao abrir os olhos reparo que ele ainda os tinha fechados. Dei vários pequenos beijos nos seus lábios até ver aqueles olhos verdes brilhantes apareceram. – Podes continuar com os beijinhos, estava a adorar! – esbocei um enorme sorriso. Voltei a unir os nossos lábios novamente. Ele fez-me rodar ficando por cima de mim. Continuei de olhos fechados depois do beijo. Sentia a respiração pesada dele contra o meu pescoço. O nariz dele tocou na minha bochecha e sempre que piscava os olhos sentias as pestanas dele a roçarem na minha pele. – Sabes que vais ter que abrir os olhos, eventualmente! – sorri e abri os olhos lentamente até o encontrar a olhar para mim. – Linda! – beijou-me de novo mas desta vez foi o barulho das nossas barrigas a quebrarem o beijo – acho melhor irmos tomar o pequeno-almoço!

- Sim, temos que ainda voltar para almoçarmos com eles! – o Harry saiu de cima de cima de mim e sentou-se na beira da cama.

- Acho que não vamos almoçar com eles… - fiquei confusa. Como não? Eles esticou-se para ir buscar o telemóvel dele que tinha deixado em cima da cama e mostrou-me as horas – Já são 13h40. O Louis telefonou-me a perguntar se ainda demorávamos muito e foi aí que percebi que nos deixamos dormir. Disse-lhes para comerem sem nós…

- Como é que nos deixamos dormir assim tanto? – perguntei estupefacta a olhar para as horas – não o puseste a despertar? – eu tinha praticamente a certeza que o tinha visto colocar o despertador

- Pus mas devemos ter desligado! – sorriu – A culpa é toda tua! – acusando-me

- Como assim minha? – perguntei indignada.

- Acabaste comigo esta noite, deixaste-me completamente exausto. – senti o sangue a aflorar-me nas maças do rosto – Era normal que não me quisesse levantar…

- És muito engraçadinho! – dei-lhe uma leve chapada no ombro – Bem, vou á casa de banho…   

- Eu vou para a cozinha! – quando saí da casa de banho voltei ao quarto e peguei na t-shirt branca dele que estava no chão do quarto vestindo-a. Desci meia a correr as escadas mesmo descalça até à cozinha. Assim que cheguei deparei-me com um cenário maravilhoso. O Harry de bóxeres e de avental. Lindo de morrer! Como ainda não tinha dado pela minha presença fui de biquinhos de pés até ele. Abracei-o por trás depositando um beijo no ombro. Ele virou-se para mim com aquele olhar a pedir-me um beijo. Fiz-lhe a vontade.

- Cheira mesmo bem… - disse depois de me sentar em cima da banca da cozinha. Ele olhou para mim sorridente e continuou concentrado no que estava a fazer. Sempre que passava por mim dava-me um beijo. Quando terminou veio ter comigo puxando-me para ele. Entrelacei as minhas pernas na sua cintura enquanto nos beijávamos.

- Já te disse que ficas extramente sexy com as minhas roupas? – abanei negativamente com a cabeça – Ficas sexy e extramente irresistível com as minhas roupas! – esbocei um enorme sorriso seguido de um beijo. Saí de cima da banca e finalmente fomos comer. Estava mesmo com fome, não tinha praticamente energia nenhuma no corpo. No final ajudei-o a arrumar a louça suja na máquina de lavar louça e subimos para o quarto. Ele tinha ido buscar umas peças de roupa da irmã para eu poder vestir. Seguiu atentamente todos os meus movimentos a vestir-me e quando terminei esticou o braço na minha direcção. Juntei as nossas mãos e em segundos senti-me projectada para o colo dele. – Não imaginas o quão feliz me fizeste sentir esta noite. Continuo a não ter palavras para descrever o que me fazes sentir... - os meus lábios voltaram a ir de encontro aos dele para outro beijo apaixonado - Tens a certeza que temos que ir? Não podemos ficar aqui eternamente?

- Já não achas que estamos suficientemente atrasados? É claro que não me importava de ficar aqui eternamente mas a realidade chama por nós.

- Não gosto dessa realidade! – disse fingindo-se amuado. Levantei-me e ele vestiu-se. Tínhamos mesmo que nos despachar. Já seria demasiado embaraçoso chegar a casa da Nicole e encontrar os pais dela a estas bonitas horas. Na sala encontrei os meus sapatos e calcei-os. Como já tinha ido à casa de banho, estava pronta. Faltava só o Harry. Alguns minutos depois ele desceu com uma mala que continha a minha roupa. – Antes de irmos embora, dás-me mais um beijo?

- Amor, todos aqueles que quiseres! – não conseguimos ficar por apenas um beijo. Só após muitos beijos é que voltamos para o carro. Estava ansiosa para saber como tinha corrido a noite da Nicole.



Espero que tenham gostado =)
Deixem as vossas opiniões...são muito importantes!
Um muito obrigada a todos que lêem  a minha história!

Dri

7 comentários:

  1. Desde já, parabéns pelo capítulo anterior ^^
    Fiquei muito curiosa por saber qual seria a surpresa do Harry *.*
    Agora, estou morta é por saber como foi a noite da Nicole, espero que o presente do Zayn tenha sido algo mais do que um simples objecto, se é que me faço entender xD
    Para finalizar, adorei mesmo, mesmo muito este capítulo! Acho que foi o capítulo que mais descreveste fisicamente e fizeste-o na perfeição, adorei!

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  2. Olá minha querida, tenho-te a dizer que este foi sem sombra de dúvidas o meu capítulo preferido. Isto é, até agora. Tenho a certeza que daqui para a frente muitos serão os capítulos que me deixarão com um sorriso gigante no rosto e, quem sabe, talvez lágrimas - sejam elas de felicidade ou não.
    Mais uma vez, demonstraste que não és uma menina normal: tens um talento fora do comum. Escreves com todo o teu coração e isso percebe-se em cada palavra.
    A parte mais física deste capítulo está descrita (totalmente) de uma maneira perfeita, com todos os pormenores que eram necessários lá inseridos.
    Obrigada, obrigada.
    Continua assim

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  3. amei,a tua fic ta simplesmente fantastica

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  4. Aaaaah adorei este capítulo! Nem sei que palavras o podem descrever...Aliás até sei. Está Peferito! E acredita que não foi só a Mia a sentir os arrepios, eu arrepiei-me da cabeça aos pés. Mas assério está demais este capítulo. Para mim foi dos melhores!
    Parabéns Querida!!!!

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  5. ando há dias a ler a tua história, já chorei, já ri, já me arrepiei, esta simplesmente perfeita, adoro a maneira como descreves cada pormenor, estou completamente viciada, espero que postes em breve o próximo capítulo.

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